A Produtora

Ar de Filmes   Teatro do Bairro   Alexandre Oliveira

A Ar de Filmes é uma produtora de teatro e cinema fundada em 2004 por Alexandre Oliveira. Deu os primeiros passos com a organização de workshops de formação na área do cinema e a produção da peça de teatro “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, encenada por António Pires para o Mosteiro dos Jerónimos. Vocacionado essencialmente para o público escolar, este espetáculo encontra-se em cena há mais de 10 anos, tendo já ultrapassado os 100.000 espectadores. Paralelamente, e para o público em geral, desde o início da sua atividade que a Ar de Filmes produziu vários espetáculos encenados por António Pires, entre os quais “Morte de Romeu e Julieta” (na Cornucópia – Teatro do Bairro Alto, em 2005), “Moby Dick” (no São Luiz Teatro Municipal, em 2007), “Say it With Flowers” (no Teatro das Figuras, em Faro e, no Lux, em Lisboa, em 2008) e “Romancero Gitano” (nas Ruínas do Carmo, em 2009).

A partir de 2007, a par de António Pires na direção artística da Companhia de Teatro, a Ar de Filmes passou a trabalhar com João Botelho na área de cinema. Entre os seus projetos recentes mais relevantes encontram-se “Filme do Desassossego”, “A Arte da Luz tem 20.000 Anos” e “Os Maias”, filmes extraordinariamente bem recebidos, quer por parte da imprensa e da crítica, quer por parte do público, com destaque para “Os Maias”, filme nacional mais visto de 2014. Para este sucesso contribui também a forma diferenciada como a Ar de Filmes distribui os seus filmes e comunica com o seu público, através de digressões pelos cine-teatros de todo o país com a presença do realizador ou de um ator, e no contacto com o público escolar através de sessões de cinema especificamente marcadas para escolas.

Sete anos depois da sua fundação, em 2011, a Ar de Filmes deu um passo fundamental no seu percurso: a abertura do Teatro do Bairro! Situado em pleno Bairro Alto, local de fruição artística por excelência, este espaço veio dar uma casa às produções da Ar de Filmes, acolhendo também companhias e artistas das mais diversas áreas, do teatro à música, do cinema à dança, num diálogo permanente entre linguagens.

Desde 2004 até hoje, a Ar de Filmes conta já no seu curriculum com 12 produções de cinema e 22 produções de teatro. Quanto ao Teatro do Bairro, que desde a sua inauguração recebeu já mais de 85.000 visitantes, é atualmente uma referência no mapa cultural de Lisboa, contribuindo também para alargar o leque de intervenção da Ar de Filmes no panorama das indústrias criativas em Portugal.

A Produtora

Ar de Filmes   Teatro do Bairro   Alexandre Oliveira

Inaugurado pela Ar de Filmes em 2011, o Teatro do Bairro trouxe a Lisboa um espaço cultural único na cidade. Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Uma iniciativa que foi um marco no caminho artístico da produtora, contaminando-o de forma positiva. Foi atribuído um espaço físico, uma morada, uma casa, a uma identidade artística. Criou-se um diálogo direto e permanente com o público da Ar de Filmes, quer na área de cinema, quer na área de teatro, e abriu-se caminho para a fidelização de novos públicos.

A não dependência dos calendários das tradicionais salas de acolhimento garantiu à Ar de Filmes e à Companhia do Teatro do Bairro a gestão própria e otimização dos timings de ensaios e temporadas das suas criações, permitindo também ao grupo de artistas que habitualmente colaboram com a produtora um trabalho mais regular e continuado. Consideramos esta circunstância absolutamente necessária à consolidação de uma companhia teatral, já que possibilita uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Mas além de uma nova sala de teatro, o Teatro do Bairro trouxe também a Lisboa uma nova sala de cinema, que além de programar ciclos específicos e exibições únicas de filmes independentes, salvaguarda a exibição das produções cinematográficas da Ar de Filmes e dos seus criadores.

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes, nem no desenvolvimento da sua companhia teatral. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos, através do acolhimento de espetáculos de outros criadores de teatro, e também de música, cinema e dança. Criámos em Lisboa um novo espaço de reunião, tertúlia e contaminação entre diferentes áreas artísticas, e de encontro dos cidadãos com as artes e os seus criadores.

A Produtora

Ar de Filmes   Teatro do Bairro   Alexandre Oliveira

Trabalha há mais de 20 anos em cinema, inicialmente como diretor de produção e atualmente como produtor da Ar de Filmes. Integrou também o Departamento de Programação da Cinemateca Portuguesa..

Estes são alguns exemplos do seu trabalho em cinema:

COMO PRODUTOR

2015 | Nos Campos em Volta (doc; curta)

Co-produção com o Museu de Arqueologia de Serpa

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2015 | O Som da Prata (doc; curta)

Encomenda no âmbito da celebração dos 140 anos da Topázio

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2014 | A Arte da Luz tem 20.000 Anos (doc)

Documentário em digital, encomenda do Museu do Côa

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2014 | Os Maias

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2012 | O Bravo Som dos Tambores (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2012 | La Valse (curta)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2012 | Anquanto la Lhéngua fur Cantada (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2010 | Filme do Desassossego

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2010 | Oh Lisboa, Meu Lar (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2009 | Para que este Mundo não Acabe! (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2008 | A Corte do Norte

Realizador: João Botelho

Produção: Filmes de Fundo

2007 | A Terra antes do Céu (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2007 | A Baleia Branca – uma Ideia de Deus (doc)

Realizador: João Botelho

Produção: Ar de Filmes

2005 | Nunca Estou Onde Pensas que Estou (curta)

Realizador: Jorge Cramez

Produção: Ar de Filmes

2002 | Venus Velvet

Realizador: Jorge Cramez

Produção: Filmes do Tejo

COMO PRODUTOR EXECUTIVO

2002 | O Gotejar da Luz

Realizador: Fernando Vendrell

Produção: Cinemate

2001 | Água e Sal

Realizador: Teresa Villaverde

Produção: Madragoa Filmes

COMO DIRETOR DE PRODUÇÃO

2007 | O Mistério da Estrada de Sintra

Realizador: Jorge Paixão da Costa

Produção: Filmes do Fundo

2003 | Quaresma

Realizador: José Álvaro Morais

Produção: Madragoa Filmes

2003 | A Mulher que Acreditava ser Presidente dos Estados Unidos da América

Realizador: João Botelho

Produção: Madragoa Filmes

2002 | O Delfim

Realizador: Fernando Lopes

Produção: Madragoa Filmes

2002 | Deux

Realizador: Werner Schroeter

Produção: Madragoa Filmes

2002 | Memórias Póstumas

Realizador: André Klotzel

Produção: Cinemate

2001 | A Hora da Morte

Realizador: José Nascimento

Produção: Clap Filmes

2000 | Branca de Neve

Realizador: João César Monteiro

Produção: Madragoa Filmes

1999 | Abendland

Realizador: Fred Kelemen

Produção: Filmes do Tejo

1999 | El Perro del Hortelano

Realizador: Pilar Miró

Produção: Animatógrafo

Os Autores

João Botelho   António Pires

Frequentou a Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Foi dirigente do CITAC. Integrou os cineclubes de Coimbra e Porto. Foi professor na Escola Técnica de Matosinhos, ilustrador de livros infantis e profissional de artes gráficas a partir de 1970. Frequentou a Escola de Cinema do Conservatório Nacional. Foi crítico de cinema em jornais e revistas e fundou a revista de cinema M. Iniciou-se na realização com duas curtas-metragens para a RTP e o documentário de longa-metragem “Os Bonecos de Santo Aleixo” para a cooperativa Paz dos Reis. Teve filmes premiados nos festivais da Figueira da Foz, Antuérpia, Rio de Janeiro, Veneza, Berlim, Salsomaggiore, Pesaro, Belfort, Cartagena e Varna, entre outros. Foi distinguido duas vezes com o prémio da OCIC, da Casa da Imprensa e dos Sete de Ouro. Todas as suas longas-metragens tiveram exibição comercial em Portugal, quase todas em França e algumas em Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Japão. Foram exibidas retrospectivas integrais da sua obra em Bergamo (1996), em La Rochelle, com edição de uma monografia (1998) e na Cinemateca de Luxemburgo (2002). Foi distinguido com a Comenda de mérito cultural da Ordem do Infante (2005).

FILMOGRAFIA COMPLETA

2015 | NOS CAMPOS EM VOLTA (curta)

Co-produção com o Museu de Arqueologia de Serpa

IndieLisboa 2015

2015 | O SOM DA PRATA (curta)

Encomenda no âmbito da celebração dos 140 anos da Topázio

2014 | A ARTE DA LUZ TEM 20.000 ANOS (doc)

Documentário em digital

Encomenda do Museu do Côa

IndieLisboa 2015

Rencontres du Film d'Archéologie du Grand Narbonne 2015

2014 | QUATRO

Documentário sobre quatro artistas plásticos portugueses

2014 | OS MAIAS

Semana do Cinema Luso-Brasileiro em Maputo

Mostra Nacional de Cinema de São Paulo

Festival do Rio de Janeiro

Semana do Cinema Português em Moscovo

MUCES - Muestra de Cine Europeo

Festival Internacional Cinema de Fronteira

Festival Literário de Macau

Semana do Cinema Português em Malba, Buenos Aires

2012 | O BRAVO SOM DOS TAMBORES

Documentário em digital para Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura

2012 | A VALSA

Curta-metragem sobre "La Valse", de Maurice Ravel, para a Companhia Nacional de Bailado

2012 | ANQUANTO LA LHÉNGUA FUR CANTADA

Documentário em digital, Mirandês

2010 | FILME DO DESASSOSSEGO

Estreia: CCB

34ª Mostra Internacional de S. Paulo.

Vencedor dos Prémios SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES 2010, para Melhor Filme do Ano e Melhor Actor – Cláudio da Silva (Bernardo Soares)

2010 | OH, LISBOA MEU LAR! (curta)

Documentário em digital.

Estreia: IndieLisboa 2010.

Provincetown International Film Festival 2010.

2009 | PARA QUE ESTE MUNDO NÃO ACABE

Documentário em digital

Estreia: DocLisboa 2009.

Panorama 2010.

2008 | A CORTE DO NORTE

Filme digital, alta definição, a partir do romance homónimo de Agustina Bessa–Luís.

Estreia: Selecção Oficial do Festival de Nova Iorque.

Selecção Oficial do Festival de Roma, Competição.

Menção Especial do Júri por Mérito Artístico.

Filme de Encerramento do Festival de Cinema do Funchal (integrado numa homenagem ao realizador).

2007 | CORRUPÇÃO

95’ versão do produtor | 118’ versão do realizador.

Não assinado por desacordo com o produtor na montagem e banda sonora.

2007 | A TERRA ANTES DO CÉU

Vídeo digital.

Encomenda da Direcção Geral de Cultura do Norte para a comemoração do centenário do nascimento de Miguel Torga.

DocLisboa 2007.

PANORAMA Lisboa.

FID MARSEILLE.

Festival de Cine de Mar del Plata, Argentina.

2006/7 | A BALEIA BRANCA, UMA IDEIA DE DEUS

Vídeo digital

Documentário sobre a construção do espectáculo “Moby Dick” no São Luiz Teatro Municipal.

FIAPA

Ciclo de Documentários de Almada.

Exibido na RTP no Dia Mundial do Teatro.

2006 | AVÉ MARIA (curta)

Vídeo digital.

Adaptação de um conto de Natal de Manuel da Fonseca para a RTP.

Festival de Televisão de Montecarlo.

2005 | O FATALISTA

Estreia no Festival de Veneza, Selecção Oficial, Competição.

Festival de Toronto.

Festival de Sevilha.

Mostra de São Paulo.

Festival de Washington.

Distribuição em França: Gemini.

2005 | A LUZ NA RIA FORMOSA

Documentário, vídeo digital.

Festival DocLisboa.

Selecção Oficial de Torino Film Festival.

Cinéma de Réel, Paris.

Festival de Cinema de Vienna – Viennale.

Festival di Popolo, Florença.

2003 | A MULHER QUE ACREDITAVA SER PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Estreia no Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores, Filme de Abertura.

Distribuição em França: Gemini.

2001 | AS MÃOS E AS PEDRAS (curta)

Vídeo digital.

Filme de abertura de Porto 2001, Capital Europeia da Cultura.

2001 | QUEM ÉS TU?

Festival de Veneza, Selecção Oficial, Competição.

Prémio Mimo Rotella para a Melhor Contribuição Artística da Bienal de Veneza.

Distribuição em França: Gemini.

Vendas no Japão.

1999 | SE A MEMÓRIA EXISTE (curta)

Vídeo digital. Encomenda para o 25º aniversário do 25 de Abril.

Estreia no Festival de Veneza.

1998 | TRÁFICO

Estreia no Festival de Veneza, Selecção Oficial, Competição.

Festival de Cinema de Toronto - Selecção Oficial.

Festival de Cinema Português – Providence.

Festival de Cinema de Hamburgo.

Festival de Cinema de Neighbours – Haifa.

Mostra Internacional de Cinema São Paulo.

Festival de Cinema Jove Valencia.

Distribuição em França: Gemini.

1996 | 13 FILMES X 3’

Para Trio de Quattro, RTP.

1994 | TRÊS PALMEIRAS

Encomenda de Lisboa 94, Capital Europeia da Cultura.

Estreia no Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores.

Distribuição em França: Gemini.

1993 | AQUI NA TERRA

Festival de Veneza, Selecção Oficial, Competição.

Filme seleccionado para o Dia da Europa, exibição simultânea na Alemanha, França e Portugal.

1991 | NO DIA DOS MEUS ANOS

Encomenda RTP/ARTE sobre os 4 elementos.

Estreia no Festival de Locarno, Selecção Oficial, Fora de Competição.

1987 | TEMPOS DIFÍCEIS

Estreia no Festival de Veneza, Seleccção Oficial, Competição.

Prémio FIPRESCI.

Festival de Nova Iorque, Lincoln Centre, Selecção Oficial.

Festival de Londres.

Melhor Filme no Festival de Belfort.

Distribuição em França - Lasa Films e em Inglaterra – Artificial Eye.

1985 | UM ADEUS PORTUGUÊS

Estreia no Festival de Londres.

New Film, New Directors, MOMA New York.

Festival do Rio de Janeiro – Tucano de Ouro, Melhor Realizador.

Melhor Filme nos Festivais de Belfort, Cartagena, Salsomagiore e Pesaro.

Prémio OCIC.

Festival de Berlim (Fórum).

Distribuição em França - Lasa Films e em Inglaterra – Artificial Eye.

1980 | CONVERSA ACABADA

Estreia no Festival de Cannes, Quinzena dos Realizadores.

Distribuição em França, Filmes du Passage.

Prémio Glauber Rocha, Figueira da Foz.

Melhor Filme no Festival de Antuérpia.

Prémio OCIC.

1978 | ALEXANDRE E ROSA (curta)

Estreia na Semana dos Cahiers du Cinéma – Paris, Cinéma Action République.

1977 | O ALTO DO COBRE (curta)

1977 | UM PROJECTO DE EDUCAÇÃO POPULAR

1977 | OS BONECOS DE SANTO ALEIXO

(Documentário de longa metragem)

Os Autores

João Botelho   António Pires

António Pires tem desenvolvido um trabalho de encenador que se poderia designar como "Teatro Coreográfico", onde o texto e as imagens se fundem e funcionam como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo de seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Ar de Filmes/Teatro do Bairro, estrutura de produção que ajudou a consolidar, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho como encenador. Com a inauguração do Teatro do Bairro, acumula as funções de Director Artístico e Co- Director de Programação. O seu espetáculo “Tisanas – Um Antídoto Contra o Cinzento dos Dias” ganhou o Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012. A sua encenação de “O Público”, de Federico Garcia Lorca, ganhou o Globo de Ouro desse ano (2013) para Melhor Peça de Teatro. O seu espetáculo “Quatro Santos em três Actos”, a partir de Gertrude Stein, com versão cénica de Luísa Costa Gomes, foi distinguido pela APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro com uma menção especial para espetáculo do ano 2015. Já em 2016, o Teatro do Bairro foi convidado para apresentar este mesmo espetáculo na dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

Encenações de António Pires para a Ar de Filmes apresentadas no Teatro do Bairro:

2016

RUÍNAS

2015

LONE DOG

2015

QUATRO SANTOS EM TRÊS ACTOS

de Luísa Costa Gomes

E OS SONHOS, SONHOS SÃO

de Luísa Costa Gomes
Menção Especial da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro como espetáculo do ano 2015
Convite para integrar a programação da dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

2014

DEPOIS DA REVOLUÇÃO

de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes

CABARET ALEMÃO

de Luísa Costa Gomes

MANA, SOLTA A GATA

a partir do universo de Adília Lopes

2013

PEQUENAS COMÉDIAS

de Georges Feydeau

O PÚBLICO

de Federico Garcia Lorca
Globo de Ouro para Melhor Peça de Teatro de 2013

ACTOR IMPERFEITO

de Luísa Costa Gomes

2012

TISANAS

de Ana Hatherly
Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012

BELA ADORMECIDA E OUTRAS HISTÓRIAS

a partir de textos de Robert Walser

2011

COMÉDIA DE DESENGANOS

de Luísa Costa Gomes

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

de William Shakespeare

2010

VIDA DE ARTISTA

de Luísa Costa Gomes

Encenações de António Pires para a Ar de Filmes apresentadas noutros espaços:

2011

A PAIXÃO DE SÃO JULIÃO HOSPITALEIRO

a partir de um conto de Gustave Flaubert
adaptação de Maria João Cruz

São Luiz Teatro Municipal

O PRINCIPE DE HOMBURGO

de Heinrich von Kleist

Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

ROMANCERO GITANO

de Federico Garcia Lorca

Ruínas do Convento do Carmo

DEUS PÁTRIA REVOLUÇÃO

de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes

Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

2008

SAY IT WITH FLOWERS

de Gertrude Stein

Teatro das Figuras (Faro)
Teatro Nacional São João (Porto)
Lux Frágil (Lisboa)

AUTO DAS CIGANAS

de Gil Vicente

Encomenda do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural
Padrão dos Descobrimentos

2007

MOBY DICK

de Herman Melville
adaptação de Maria João Cruz

São Luiz Teatro Municipal

2005

A MORTE DE ROMEU E JULIETA

a partir de William Shakespeare

Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

2004

AUTO DA BARCA DO INFERNO

de Gil Vicente

Mosteiros dos Jerónimos
(em cena até hoje)

Encenações de António Pires para outras produtoras:

2002

UM DOM QUIXOTE

de Cervantes

Teatro Maria Matos

2001

WERTHER

de Goethe

Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

ENTRADA DE PALHAÇOS

a partir de Entrées de Clowns, de Hélène Parmelin

Teatro Taborda
Teatro Nacional São João

1999

O AUMENTO

de Georges Perec

Centro Cultural de Belém

1996

A LIST

de Gertrude Stein

Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

Em Cena

 

a partir Novembro 2015 a Abril 2016

AUTO DA BARCA DO INFERNO

Maioritariamente dirigido ao público escolar
Mosteiro dos Jerónimos
Mediante marcação

António Pires aproveita a crítica mordaz, inteligente e intemporal para criar um espetáculo onde a proximidade com o público e a sociedade atual nos obriga a refletir sobre a nossa condição de "tipos". A forma de representar e a música contemporânea relacionam-se com a forma como os jovens se comportam hoje em dia, os seus grupos e os seus tipos, para que se crie uma maior empatia e identificação junto do público escolar, ao qual é maioritariamente dirigido o espetáculo. Do jogo entre os atores resulta um espetáculo divertido, com ritmo e ação, sem nunca descurar o lado pedagógico inerente ao projeto. O texto é representado na íntegra.

Site Auto da Barca do Inferno

Cinema

Teatro

Contactos

 

Ar de Filmes, lda

R. D. Pedro V, nº60 . 1º dtº, 1250-094 Lisboa, Portugal
213 420 810 | 918 570 774

ardefilmesgeral@gmail.com

Teatro do Bairro

Rua Luz Soriano, 63 (Bairro Alto),1200-246 Lisboa, Portugal
21 347 33 58 | 91 321 12 63

teatrodobairro.geral@gmail.com

www.teatrodobairro.org